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Mostra "Cinema de Memórias Fragmentadas" - Hou Hsiao-Hsien


De 02 a 16 de janeiro, o Centro Cultural do Banco do Brasil realizará, pela primeira vez em Brasília, a  projeção de películas do cineasta taiwanês Hou Hsiao-Hsien, diretor que é figura-chave do novo cinema de Taiwan. Hou também é considerado um dos cinco mais importantes realizadores do planeta. Nas três últimas décadas, sua obra foi reconhecida em diversos festivais mundo afora. A mostra “Cinema de Memórias Fragmentadas” exibirá todos os 18 filmes realizados pelo diretor, proporcionando ao público de Brasília a oportunidade de conferir toda a filmografia desse importante cineasta. A retrospectiva abarca, além dos 17 filmes em longa-metragem – todos títulos inéditos no circuito comercial brasileiro –, o longa O homem-sanduíche (The SandwichMan/Er zi de da wan’ou, 1983), filme chave do novo cinema de Taiwan, que é composto por três curtas-metragens.
“Eu não desejo contar histórias. Meu desejo, antes, é criar climas, ambiências”, anotou Hou Hsiao-Hsien. É com esse espírito “etéreo” que sua arte ganhará retrospectiva completa na cidade.
Hou é um cineasta laureado: foi eleito o Diretor da Década de 90 pelos críticos internacionais de Village Voice e do Film Comment e seus filmes, além de exibidos em Cannes, receberam prêmios em Berlim e Veneza.
Ainda que com inegável reconhecimento da crítica, as películas de Hou Hsiao-Hsien – as quais mal são distribuídas no Ocidente – estiveram, até agora, limitadas ao restrito circuito de festivais. Muitas delas são praticamente desconhecidas do público brasileiro.


Fonte: Site Candango

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43º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro

O 43º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro começou nesta terça-feira (23) com uma homenagem ao diretor Carlos Reichenbach. O evento foi aberto com a exibição do filme “Líliam M – Relatório confidencial”, produzido por Reichenbach em 1974, a versão lançada em 1975 foi censurada e chegou às salas de cinema com 25 minutos a menos, na noite de ontem foi mostrada como verdadeiramente foi feita. O curta inédito “50 anos em 5”, de José Eduardo Belmonte também participou da cerimônia de abertura. Que ainda contou com a apresentação da Orquestra Filarmonica do Teatro Nacional. Esse ano o Festival traz jovens diretores, para sinalizar o caminho para uma novíssima geração do cinema brasileiro.


Seis filmes de longa e 12 de curta metragem integram a mostra competitiva em 35 mm. 22 filmes em curta e média metragem participam da competição digital. A programação do festival também inclui seminários, workshops e debates com as equipes dos filmes participantes.


A programação detalhada pode ser acessada no site http://www.festbrasilia.com.br/.

Festival

Filme brasileiro é exibido no Festival de Cinema de Roma

 

 

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